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O Gato e a Cerveja


O Gato e a Cerveja


Em 1998, Steve Hindy e Tom Potter abriram as portas , no famoso e charmoso bairro do Brooklyn, em Nova York,da cervejaria Brooklyn Brewery. Logo que abriram, ganharam, em 1999, a companhia de um gato, que apelidaram de Monster, monstro em tradução literal.O gato passou a fazer parte do local e virou atração. Os donos que queriam criar domesticamente - coisa de chefs - bebidas diferenciadas, viram na presença do bichano a oportunidade de lançarem a Monster Ale. 

A cerveja , homenageando o gato, caiu no gosto dos frequentadores e ganhou projeção nos últimos anos nas redes sociais como o Facebook,onde novaiorquinos não só postavam fotos consumindo a bebida, mas também inúmeras outras do arisco bichano. 

Tudo ia bem até que o gato morreu em 2012, vítima de problemas de rim. Os donos ganharam a solidariedade dos frequentadores, que continuaram a consumir a bebida, mas começaram achar que o negócio em torno da Monster Ale havia perdido a graça. A cerveja sem o seu principal protagonista, acreditavam, nunca mais seria a mesma. 

Dividiram as dúvidas com os internautas, e estes acharam também que, sem o gato, a Monster Ale não seria mesmo a mesma. Resultado : anunciaram , no blog da empresa, o encerramento da produção da cerveja. "Depois da passagem de Monster Cat, as coisas simplesmente não eram mais as mesmas com a Monster Ale". A decisão, simpática, humanizando a marca, virou motivo de debates nas redes sociais. Como uma empresa pode abrir mão de um produto lucrativo ? Perder dinheiro ? 

Enganam-se os incautos e incrédulos que se precipitam no mundo da comunicação comercial do marketing. A cervejaria ganhou fãs no mundo inteiro. As vendas subiram com outros produtos e camisetas com a marca Brooklyn Brewery começaram a ser vendidas com sucesso nas redes socias. Uma marca da empresa se foi. Há filas em redes de bebidas, inclusive no Brasil, para comprarem as garrafas, as últimas a serem produzidas depois que o gato literalmente subiu no telhado. E a marca ganhou mais fôlego, o fôlego de um gato para viver mais sete vidas com novos e renovados produtos. Os gatos, brincava Edgar Alan Poe, têm vida longa. E uma boa estratégia de marketing, pode sim, nascer da simpatia que uma marca é capaz de angariar. 


Artigo copiado do  jornal Diário do Comércio

Foto do Estadão.com.br



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Em Fevereiro de 2011 este site passou por uma reconstrução. Por este motivo muitos posts têm links internos quebrados. Eles serão consertados aos poucos.



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