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O maior colecionador de cachaças do mundo

A Melhor Batida do Brasil


O maior colecionador de cachaças do mundo deve, pelo paladar, reconhecer uma boa "branquinha" e por isso ser um grande conselheiro sobre a melhor e a pior, certo? Errado. Este não é o caso de José Moura, que tem seu nome registrado no do livro dos recordes Guiness Book por possuir 6.850 garrafas de pinga de rótulos diferentes. Dono do Museu da Cachaça, em Lagoa do Carro, ele explica que começou sua coleção não por apreciar o sabor de uma boa pinga, mas sim porque queria juntar rótulos como se fosse num álbum de figurinhas.

- Eu estaria mentindo se dissesse que nunca bebi. Mas eu não gosto, não. O que me interessa é um rótulo diferente de cachaça, pouco importa se é boa ou ruim. Cada rótulo que surge é uma figurinha nova na minha coleção. Compro e deixo que dois ou três amigos experimentem para saber se vale a pena colocar para vender. Se não, fica apenas na coleção - conta José Moura, que após a homologação do Guiness já aumentou sua coleção para 8.012 rótulos.

No museu, o turista poderá de gustar boa parte das cachaças que compõem a coleção. A dose varia de R$ 1 a R$ 40, dependendo do valor comercial de cada marca. A mais valiosa atualmente é a Havana, produzida em Salinas (MG), cuja garrafa custa R$ 450. O estado de Minas Gerais, aliás, é o maior produtor de cachaça artesanal do país, com Pernambuco em segundo lugar.

Entre as curiosidades encontradas no museu está uma garrafa da Monjopina, que é considerada a primeira aguardente industrializada no Brasil, em 1756. Ela foi produzida pelo engenho Monjope, em Igarassu. Já a cachaça Pelé, que tinha tudo para fazer sucesso no mercado, acabou deixando seu dono de ressa ca. O rei do futebol, que é um dos garotos-propagandas mais requisitados do mundo, nunca admitiu associar seu nome a bebidas alcoólicas ou cigarros. Por isso, dispensou a homenagem pela conquista da Copa de 70 e processou o fabricante, que perdeu na Justiça e foi obrigado a retirar o produto das prateleiras.

Se no Museu da Cachaça, o turista acaba se perdendo em meio a tantas opções, no Engenho Água Doce, em Vicência, a 87 quilômetros de Recife, não há erro: a cachaça artesanal produzida em alambique de cobre e envelhecida em barris de carvalho nada deixa a desejar em relação às mais famosas marcas do país. De quebra, o visitante pode acompanhar todo o processo de fabricação da bebida.

- Decidimos deixar de ser meros plantadores de cana e fornecedores de açúcar para usinas e acho que foi uma decisão correta. Hoje digo sem medo de errar que temos uma cachaça tão boa quanto às de Minas - diz o engenheiro agrônomo Mário Ramos de Andrade Lima, que junto com a mulher, Eva Maria, consegue produzir cerca de 14 mil litros de cachaça por mês.



Fonte: O Globo


Obs.: Em 2009, o título de maior colecionador de cachaças mudou de mãos.


















2 comentários:

Vanderlei José Torroni disse...

Olá,

Você gostaria de adquirir uma coleção de miniaturas de bebidas com 266 garrafas de 1980? Estão todas em perfeito estado e gostaria de vender todas a R$ 10,00 a unidade.

At,.

Vanderlei

Tiozão das Batidas disse...

Vanderlei, não quero adquirir. Tente contactar o José Moura,o Messias Soares Cavalcante ou o Vereador João Goulart - aqui de São Paulo - que , apesar de nunca ter sido alvo de um post aqui no Boteco Móvel, também é um conhecido colecionador de cachaças.

Abração




Em Fevereiro de 2011 este site passou por uma reconstrução. Por este motivo muitos posts têm links internos quebrados. Eles serão consertados aos poucos.



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